Políticos 'ignoram grito de jovens por maior representatividade'

Governantes e políticos ainda não foram capazes de responder às demandas, vindas principalmente de jovens, por mais representatividade na política, segundo analistas ouvidos pela BBC Brasil.

Para eles, a desconfiança e a sensação de distanciamento dos jovens em relação ao sistema político, expressas principalmente durante as manifestações de junho de 2013, ainda estão presentes a três semanas do primeiro turno das eleições.

 

Para David Fleischer, professor de Ciência Política da Universidade de Brasília, a incapacidade de implementar os pedidos das ruas fez com que o sentimento de frustração com as instituições políticas evidenciado em 2013 – especialmente entre as gerações mais novas – continuasse neste ano.

"Esse foi o grande grito do ano passado: eu não me sinto representado. Os políticos ensaiaram fazer algumas reformas no sistema político, mas não deu em nada, não reformou nada", disse Fleischer.

Segundo Benedito Tadeu César, professor de Ciência Política da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, a juventude se sente distante das formas institucionais de política.

"Esta juventude se sente órfã. O jovem não tem interesse por essa política que está aí. Ela não se reconhece nesses intrumentos", disse, acrescenteando que o atual modelo é fruto da sociedade industrial do século 19.

Reforma política

As demandas por novas formas de representatividade e participação políticas estavam no centro das manifestações de 2013 juntamente com reivindicações por melhorias na saúde, transporte e educação.

Durante as manifestações, a presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição pelo PT, propôs a convocação de um plebiscito que autorizasse uma constituinte exclusiva para a reforma política. Mas a proposta recebeu forte oposição no Congresso e acabou não progredindo.

"Fizemos um compromisso com a reforma política. Enviamos para o Congresso essa reforma política, não foi aprovada. Aliás, eu acredito que reforma política no Brasil vai exigir a participação popular e a consulta popular atráves de um plebiscito”, reiterou Dilma durante o primeiro debate presidencial desta campanha, transmitido pela TV Bandeirantes no dia 26 de agosto.

A necessidade da reforma política foi um ponto levantado por leitores da BBC Brasil em discussões nas redes sociais.


Pistorius é condenado por homicídio culposo da namorada

O paratleta sul-africano Oscar Pistorius foi condenado nesta sexta-feira por homicídio culposo - quando não há intenção de matar - de sua namorada, a modelo Reeva Steenkamp.

A juíza Thokozile Masipa disse que o atleta agiu de forma "negligente" ao disparar contra a porta do banheiro ao acreditar que sua casa estava sendo invadida.

 

A pena ainda não foi anunciada. Ele pode pegar até 15 anos de prisão, mas especialistas em direito dizem que ele deve ser condenado a algo entre sete e dez anos.

O paratleta, de 26 anos, foi condenado também por disparar sua arma por acidente em um restaurante, em um outro episódio.

Ao ouvir os veredictos, Pistorius sentou, esfregou o rosto e caiu ligeiramente para a frente, disse o correspondente da BBC Andrew Harding, que estava no tribunal.

Não houve grande reação, já que o veredicto era esperado, disse Harding.

Tanto a promotoria quanto a defesa podem apelar contra a decisão.

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Pistorius já havia sido inocentado na quinta-feira da acusação de homicídio doloso.

Mais famoso atleta paraolímpico de sua geração, o corredor matou Reeva Steenkamp na madrugada de 14 de fevereiro de 2013. Ele alegou ter confundido Reeva com um suposto invasor em sua casa. Ela estava dentro do banheiro, e o paratleta disparou contra a porta.

Ao ler o veredicto, a juíza afirmou que "não se pode dizer que o acusado não teve uma crença verdadeira que havia um invasor". Mas disse: "o acusado sabia que havia alguém atrás da porta do banheiro, e ele escolheu em usar uma arma".

"Eu acredito que o acusado agiu precipitadamente e usou muita força. Está claro que sua conduta foi negligente".

 

fonte: BBC-Brasil

 


Programa Inglês sem Fronteiras prorroga prazo para inscrições

O prazo para as inscrições nos cursos presenciais gratuitos de inglês do programa Inglês sem Fronteiras (ISF) foi prorrogado até as 12h da próxima segunda-feira, 15. Há mais de 6 mil vagas oferecidas em 43 universidades federais, voltadas a estudantes da educação superior.

As inscrições são feitas exclusivamente pela internet e, para concorrer às vagas, o candidato deve observar os seguintes requisitos: ser estudante de graduação, mestrado ou doutorado, com matrícula ativa nas universidades federais credenciadas como núcleos de línguas (NucLi); ser estudante participante e ativo no curso My English, on-line, cuja inscrição tenha sido validada com até 48 horas de antecedência à inscrição no núcleo de línguas; ter concluído até 90% do total de créditos da carga horária do curso.

Para efeito de classificação, terão prioridade: alunos de graduação de cursos das áreas do programa Ciência sem Fronteiras; estudantes que tenham feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a partir de 2010 e obtido média igual ou superior a 600 pontos, incluindo a redação; estudantes que tenham concluído até 80% da carga horária total do curso, com maior índice de rendimento acadêmico, conforme parâmetros da própria universidade; bolsistas ou ex-bolsistas do programa Jovens Talentos para a Ciência, de qualquer curso de graduação, com vínculo institucional.

A carga horária presencial é de quatro aulas de 60 minutos, em pelo menos dois encontros semanais, e os cursos abordam o desenvolvimento de habilidades linguísticas e a preparação para exames internacionais de certificação de fluência em língua inglesa. A duração dos cursos varia de 30 a 120 dias.

Toefl - Continuam abertas as inscrições para a aplicação diagnóstica Toefl/ITP, por meio do programa Inglês sem Fronteiras. Os exames Toefl/ITP [test of english as a foreign language/integral transformative practice – teste de inglês como língua estrangeira/prática transformadora integral] são voltados para os alunos de graduação, mestrado e doutorado das universidades federais, institutos federais e universidades estaduais credenciadas.

Também podem participar servidores e professores das universidades federais e dos institutos federais; alunos de centros de pesquisa cadastrados junto à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), e alunos candidatos a editais do Programa Ciência sem Fronteiras. As inscrições permanecem abertas até 24 de novembro.

O Inglês sem Fronteiras foi elaborado a partir da necessidade de aprimorar a proficiência em língua inglesa dos estudantes universitários brasileiros, com o objetivo de proporcionar-lhes oportunidades de acesso a universidades internacionais por meio do Programa Ciência sem Fronteiras. O ISF inclui a oferta de cursos a distância e cursos presenciais de língua inglesa, além da aplicação de testes de proficiência. 

Assessoria de Comunicação Social

Para saber mais, acesse a página do Inglês sem Fronteiras na internet

Para inscrição, acesse o Sistema IsF 


Mulheres negras nas eleições

Neste ano de eleição, somente 9,24% dos 25.366 candidatos e candidatas aos vários cargos políticos declaram-se como pessoas negras – é o que revela o Tribunal Superior Eleitoral, que pela primeira vez exigiu essa informação dos candidatos.

Ao fazermos um recorte de gênero, as mulheres negras são ainda menos representadas na política, um dado alarmante considerando a população autodeclarada negra no Brasil – que já passa dos 100 milhões de habitantes, segundo dados do IBGE.

Para as mulheres negras, essa falta de representatividade é extremamente relevante, já que seus problemas específicos – como por exemplo, o difícil acesso ao mercado de trabalho ou o direito ao aborto legalizado – são tão esquecidos e deixados de lado. Em todas as demandas e reivindicações voltadas para as mulheres, aquelas que são negras se encontram no grupo estatístico de maior vulnerabilidade, o que também é refletido na ausência de candidatas mulheres negras: afinal, como garantir que as mulheres negras participem da política por meio de cargos e partidos quando tantos dos seus direitos mais básicos lhes são negados?antonieta-de-barros

O Movimento Negro e muitas vertentes feministas estão conscientes dessas questões sociais e vêm lutando para trazer essas pautas ao foco, mas o problema está longe de ser resolvido. No caso das eleições presidenciais deste ano, temos três mulheres na corrida pela vitória, sendo duas delas brancas: Dilma Rousseff e Luciana Genro. Marina Silva é um marco nesse sentido, sendo a primeira mulher negra a disputar pelo cargo de presidência da república. Embora seja importante que sua realidade seja reconhecida, Marina não demonstra ter qualquer proposta em especial para resolver o problema do racismo brasileiro, muito menos voltando seu olhar para as pautas das mulheres negras como ela.

O fato é que também faltam candidatas com propostas sólidas relacionadas aos direitos das mulheres e pela luta contra o racismo, mesmo entre aquelas que conquistaram algum espaço. Representatividade importa, mas não somente a representatividade da identificação física; as mulheres negras precisam ser representadas em todos os âmbitos das lutas sociais.

Mudar essa realidade não é tão simples quanto votar em uma candidata negra, pois há várias outras barreiras impedindo o acesso dessas mulheres aos cargos administrativos no Brasil e também sufocando suas propostas, que não são bem aceitas por desafiarem o status quo. Mas é importante buscar pessoas que representem nossas ideias e estejam comprometidas com as causas pelas quais lutamos, fazendo um trabalho dentro do próprio movimento feminista para que as demandas das mulheres negras sejam atendidas.

A página no Facebook “Vote em uma Feminista” é um excelente exemplo de engajamento político, não apontando especificamente uma candidata ou partido, mas mostrando que há opções em quem votar de mulheres comprometidas com as pautas feministas – entre elas, várias candidatas negras.

No final das contas, muita luta ainda será necessária para que as mulheres negras alcancem os mesmos números e direitos que as mulheres brancas já possuem. Encarar essa realidade não cria uma cisão dentro dos movimentos de mulheres, pelo contrário, nos desperta para a realidade do machismo, que atua por meio de muitos mecanismos de exclusão. Unidas e conscientes de nossas diferenças, podemos enfrentar a misoginia e o racismo. Que nessas eleições possamos somar nossas forças para eleger mulheres diversas que tenham em comum seus projetos transformadores e fundamentalmente feministas.

fonte: http://lugardemulher.com.br/


PROUNI-Matriculados têm até 1º de dezembro para tentar bolsa

Os estudantes sem bolsa de estudos matriculados em instituições particulares de educação superior participantes do Programa Universidade para Todos (ProUni) tem até 1º de dezembro para se inscrever como candidatos a vagas remanescentes. Podem participar dessa etapa do programa estudantes que tenham participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a partir da edição de 2010 e que tenham, na mesma edição do exame, média igual ou superior a 450 pontos e nota na redação que não seja zero.

Antes de fazer a inscrição, o candidato deve se cadastrar no sistema de bolsas remanescentes, na página do programa na internet. No cadastro, o candidato deve informar o número do CPF e a data de nascimento. Esses dados permitem que o sistema de inscrição verifique se o estudante participou do Enem e cumpre os requisitos para concorrer à bolsa.

Licenciatura — Professores da rede pública de ensino no efetivo exercício do magistério da educação básica e do quadro de pessoal permanente de instituição pública podem se inscrever para bolsas nos cursos com grau de licenciatura, independentemente de participação no Enem. Assim, basta que o candidato informe que é professor para prosseguir com o cadastro.


Inep define procedimentos para uso de resultados no Enem

Exame pode ser usado para certificar Ensino Médio ou como forma exclusiva ou complementar de ingresso no Ensino Superior

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou as regras e prazos para uso dos resultados no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em processos seletivos de acesso a vagas em instituições de Ensino Superior (IES) e em processos de certificação de conclusão do Ensino Médio. Os procedimentos foram publicados nesta segunda-feira (8), no Diário Oficial da União.

Há três possibilidades de utilizar os resultados do Enem pelas instituições:

  • Mecanismo Único: o Enem constitui-se como forma exclusiva de seleção adotada pela instituição.
  • Mecanismo Alternativo: o Enem coexiste com outro processo seletivo utilizado pela escola.
  • Mecanismo Complementar: o Enem é admitido como uma das fases ou um dos componentes do processo seletivo.

Instituição nacional

Para solicitar acesso aos dados e resultados dos participantes do Enem com o objetivo de usá-los em processos seletivos, a IES nacional deve encaminhar ofício ao Inep com:

  • justificativa e formas de utilização dos dados e/ou resultados solicitados;
  • designação do responsável; e
  • cópias do ato de investidura no cargo, RG e CPF do dirigente máximo ou responsável institucional e do responsável técnico autorizado a acessar a base de dados.

 

Instituição estrangeira

Já as instituições estrangeiras que desejarem solicitar acesso aos dados e resultados dos participantes do Enem devem enviar as mesmas documentações da IES nacional e mais um termo de sigilo e responsabilidade.

Ensino Médio

Para solicitar acesso aos dados e resultados do Enem para certificação de Ensino Médio, o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia e a Secretaria de Estado da Educação devem enviar ao Inep um ofício com a designação do responsável técnico da instituição certificadora autorizado a operar o sistema web do Inep, constando nome completo, CPF, e-mail e telefone, termo de sigilo e responsabilidade, entre outros documentos.

A instituição usuária do sistema web do Inep deve efetivar e manter atualizado o cadastro do responsável técnico pelo acesso a esse sistema.

Após o recebimento pelo Inep dos documentos necessários à criação e/ou atualização do cadastro do responsável técnico pelo acesso ao sistema web, uma senha de acesso ao sistema será enviada ao email informado no comunicado oficial, em até 10 (dez) dias úteis, a contar da data do recebimento de toda a documentação requerida.

Após o cadastramento da IES - nacional ou estrangeira, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia e da Secretaria de Estado da Educação ficam estes autorizados a acessar os dados do Enem pelo sistema web.

Confira a documentação completa e a portaria na íntegra no Diário Oficial da União.

Fonte:
Portal Brasil, com informações da Imprensa Nacional

Todo o conteúdo deste site está publicado sob a licença Creative Commons

 

 

fonte: Portal Brasil

 

 


Grã-Bretanha deveria adotar sistema de cotas brasileiro

Recentemente, vários amigos meus participaram da "CliqueI too am Oxford" (Eu também sou Oxford), uma campanha inspirada na "I too am Harvard" nos Estados Unidos, para dar cara, voz e vez às minorias que estudam ou pretendem estudar nas chamadas top universities.

Postando fotos com cartazes, mais de cem estudantes contaram situações em que sofreram ou testemunharam racismo em Oxford.

Estudantes postaram fotos com cartazes no site da campanha, denunciando tratamento desigual

O site da campanha foi visitado por gente do mundo inteiro, e as fotos foram publicadas em vários sites de notícias, incluindo a CliqueBBC.

Os depoimentos revelaram que a desigualdade institucional (logicamente diferente do racismo pessoal) existe não só em Oxford, como também em outras universidades britânicas.

Uma pesquisa publicada em 2_73574406_73574405011 mostrou que a chance de um candidato branco conseguir uma vaga em Oxford era de 24%, a chance de um candidato afro-descendente caía para 12.8% e um de descendência paquistanesa era apenas 4.9%.

Para mim, parece que o Brasil está bem mais avançado nesta área.

A implementação do sistema de cotas no Brasil, que ocorreu por iniciativa institucional, não apenas mudou o quadro do acesso à universidade no país, mas também deu um exemplo de algo que precisa ser feito na Grã-Bretanha. unnamed (1)

Depois de estudar em Oxford, - onde a mera sugestão da adoção de um regime de cotas esbarra num verdadeiro tabu, e onde a desigualdade racial não consta na agenda do governo nem da universidade – e de ver o resultado da campanha -, ficou claro para mim que esse tipo de racismo nas universidades britânicas é uma realidade no país inteiro.

A minha impressão é de que o governo e as universidades daqui deveriam seguir o exemplo brasileiro: reconhecer que o racismo existe, que é uma consequência da história colonial do país, e assumir a responsabilidade para mudar essa situação.

E você, o que acha? É a favor das cotas nas universidades como uma iniciativa para combater o racismo e desigualdades?

- estatísticas Oxford:https://www.ox.ac.uk/media/global/wwwoxacuk/localsites/gazette/documents/statisticalinformation/admissionsstatistics/Undergraduate_Admissions_Statistics_2011.pdf

- estatísticas Reino Unidohttps://absentfromacademy.co.uk/

fonte https://www.bbc.com/news/uk-england-oxfordshire-26574149


Programa Inglês sem Fronteiras recebe inscrições para cursos até o dia 11

Os candidatos a vagas nos cursos presenciais do programa Inglês sem Fronteiras podem fazer a sua inscrição pelo sistema on-line até 11 de setembro. Nesta edição, o programa oferece 6.045 vagas, com início das aulas em 22 de setembro. Os cursos serão realizados pelos núcleos de línguas (NucLi) das universidades federais credenciadas pelo programa.

Para concorrer às vagas, o candidato deve cumprir os requisitos: ser estudante de graduação, mestrado ou doutorado, com matrícula ativa nas universidades federais credenciadas como núcleos de línguas (NucLi); ser estudante participante e ativo no curso My English, on-line, cuja inscrição tenha sido validada com até 48 horas de antecedência à inscrição no núcleo de línguas; ter concluído até 90% do total de créditos da carga horária do curso.

Para efeito de classificação, terão prioridade: alunos de graduação de cursos das áreas do programa Ciência sem Fronteiras; estudantes que tenham feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a partir de 2010 e obtido média igual ou superior a 600 pontos, incluindo a redação; estudantes que tenham concluído até 80% da carga horária total do curso, com maior índice de rendimento acadêmico, conforme parâmetros da própria universidade; bolsistas ou ex-bolsistas do programa Jovens Talentos para a Ciência de qualquer curso de graduação, com vínculo institucional.

A carga horária presencial é de quatro aulas de 60 minutos, distribuídas em pelo menos dois encontros semanais, em locais e horários definidos pela universidade credenciada. Os cursos terão a duração mínima de 16 e máxima de 64 horas, conforme a proposta pedagógica de cada NucLi.

As regras para participação nos cursos constam do Edital nº 27, de 20 de agosto de 2014, da Secretaria de Educação Superior (Sesu) do Ministério da Educação, publicado no dia 22 de agosto de 2014, no Diário Oficialda União. Mais informações na página do programa Inglês sem Fronteiras na internet. As inscrições, gratuitas, devem ser feitas no Sistema IsF.

fonte https://portal.mec.gov.br/


Conselho Nacional do Ministério Público vai discutir cotas raciais

 

O Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) fará uma audiência pública para discutir a inclusão de cotas raciais em concursos do Ministério Público. A entidade não-governamental Educafro entrou com pedido de providência para implementação de cotas em concursos do Ministério Público do Trabalho (MPT), mas o conselheiro Mario Bonsaglia considerou que o pedido poderia se estender a todos os certames do Ministério Público da União e dos Estados.

 

O evento será realizado no dia 16 de setembro e contará com a presença de membros da Procuradoria Geral, Procuradoria Federal, Conselho Nacional dos Procuradores Gerais, Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, entre outros órgãos.