Nota do SISU para negros/as, pelas cotas, é menor em 90% dos cursos!

Irmãos Negros/as Cotistas,
A EDUCAFRO lhe orienta a fazer um bom estudo 
e optar pelo método onde será menos disputado 
o acesso na universidade e curso de seus sonhos!
 
A Direção
Alunos da rede pública sem distinção de raça têm nota maior.
Dados reforçam a necessidade de cota racial no país, dizem especialistas.

Os candidatos de escola pública que se declaram negros, pardos ou indígenas e que foram aprovados na edição do primeiro semestre do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) neste ano tiveram nota de corte menor que os cotistas da rede pública sem distinção de cor em 90% dos cursos. 

acesse o link para mais informações COTISTA RACIAL X COTISTA NÃO RACIAL!!!!

 

Fonte G1


MOVIMENTO NEGRO: O QUE ESPERA DO GOVERNO DILMA EM 2015?

Por mais igualdade e inclusão

A comunidade negra, e especialmente a Educafro, assumiram como prioridade as seguintes pautas: 

Diversidade étnica e de gênero na escolha de ministros para o Supremo Tribunal Federal, para Superior Tribunal de Justiça e para os ministérios do governo federal. É uma vergonha para a nação só ter ministro negro na Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial. 

A regulamentação da Lei 12.990/2014 de Cotas no Serviço Público. Apesar de já estar em vigor, cada concurso aplica uma interpretação, o que gera distorções. 

Plano de inclusão de negros e negras no programa "Ciências sem Fronteira", abandonando a meritocracia injusta e adotando a meritocracia justa. 

Criar um método de inclusão de indígenas e negros nos programas de mestrado e doutorado da CAPES/MEC, revendo o conceito equivocado de meritocracia adotado pela CAPES. 

Incluir no Orçamento da União para 2015 verba para bolsa moradia e alimentação para os cotistas das Universidades Federais. Como é possível construir uma nação sólida se os jovens pobres são obrigados a abandonar as faculdades por falta de sustentabilidade para a subsistência? 

Queremos que o governo atue pela aprovação do "Fundo para Programas de Inclusão", em tramitação no Congresso. Constava no Estatuto da Igualdade Racial, mas foi excluído pela oposição com o silêncio da situação. 

Queremos também empenho pela aprovação do projeto que termina com o forjamento dos "autos de resistência" [homicídios ou lesões cometidos por policiais sob alegação de confronto em abordagens], resquício do tempo da ditadura, praticado até hoje pelas polícias estaduais, que mata prioritariamente negros. 

ONG Educafro (Educação e Cidadania de Afro-descendentes e Carentes)

 

fonte: Estadão


Mendigo que foi criado em lixões conquista vaga na melhor universidade do mundo

Justus passou 13 anos estudando e aprendeu inglês, francês, suaíli e lingala

Durante boa parte da sua infância, Justus UwayesuUwayesu, viveu como mendigo nas ruas de Ruanda, pequeno país da África Central, e morou dentro de um carro incendiado em um depósito de lixo.”Não havia chuveiro, e eu não tomava banho”, contou. Ele já chegou a ficar um ano sem tomar banho.

Justus nasceu na zona rural do leste de Ruanda e quando tinha 3 anos perdeu seus pais, vítimas de um combate motivado por questões políticas, onde mais de 800.00 pessoas morreram em apenas 100 dias. A Cruz Vermelha conseguiu resgatar um irmão e duas irmãs.

Um casal começou a cuidar das crianças, mas a quantidade de órfãos na região foi crescendo e a família abandonou os quatro.”Foi um momento muito escuro, porque eu não podia ver um futuro. Eu não podia ver como a vida poderia ser melhor ou como eu poderia sair daquela situação de vida”, contou.

Certo dia, a criança viu sua vida mudar completamente. Clare Effiong, fundadora de uma ONG em New Rochelle, Nova York, decidiu no ano 2000, através de viagens pelo país, conhecer histórias de vida para ajudar crianças que se encontravam pelo mundo. Ao encontrar com Justus, perguntou qual seria seu maior desejo. “Eu quero muito ir para a escola”, contou.

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Após completar seus estudos, ele conseguiu muito mais. Hoje, Justus Uwayesu, faz parte da maior universidade do mundo, Harvard. Justus passou 13 anos estudando e aprendeu inglês, francês, suaíli (uma das línguas oficiais do Quénia) e lingala (idioma materno na região noroeste da República Democrática do Congo).

 

Ele começou a estudar e conseguiu vaga em uma escola especializada em ciência. Durante os estudos, trabalhou na caridade e abriu uma escola de culinária para garotas, no campus do próprio orfanato. Em Harvad ele estudou através de uma bolsa integral, matemática, economia e direitos humanos. Atualmente, ele diz ter 22 anos (ainda não se sabe a data exata do seu aniversário) e faz parte de 1.667 alunos da sua área.


Fonte: geledes


UNIVERSITÁRIOS POBRES DE UNIVERSIDADES PÚBLICAS FAZEM PROTESTO POR BOLSA MORADIA E ALIMENTAÇÃO

Nove jovens carentes que conseguiram uma tão sonhada vaga na universidade pública pelas COTAS para NEGROS e outros POBRES, lutam por um direito garantido por lei e negado pelo MEC: direito a ter alimentação e moradia durante sua faculdade. Em forma de protesto, eles estão acampados em um prédio do campus da Universidade Federal do Rio Grande - RS, em São Lourenço.
   Reivindicam moradia e alimentação e que, no período das férias, como moram muito em outros Estados, necessitam que esse auxilio não sejam cortados.  O valor é de apenas R$300,00.
Lutam para que a bolsa não seja cortada.
 
    A Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (PRAE), está intermediando a tensão, mas até o momento nada foi concretizado. Dizem que o MEC não enviou orçamento que possa cobrir a necessidade de todos os universitários pobres.
 
     Os jovens estudantes estão empenhados em ficar até que essa situação seja resolvida,do contrário,continuarão acampados no recinto da universidade, resistindo bravamente, e lutando contra a arbitrariedade do MEC.
     
     A EDUCAFRO está convicta de que as mais de dez reuniões realizadas pela EDUCAFRO no MEC,lutando por bolsas moradia e alimentação, não foi e não será em vão.  Só com o ministro Henrique Paim, a EDUCAFRO fez duas reuniões e ele prometeu buscar solução, em nível nacional, para esse problema. 
 
      Esperamos que não termine este governo sem que o Ministro Negro Paim, venha a atender esta reivindicação do seu povo negro,em prol de todos os empobrecidos.

Fundação Palmares leva a Alagoas seminário sobre educação quilombola

O Quilombo Filús, de Santana do Mundaú em Alagoas, receberá no dia 12 de dezembro o Seminário Educação Quilombola: compreensão das Diretrizes Curriculares para a Educação Escolar Quilombola idealizado pela Fundação Cultural Palmares (FCP/MinC). A proposta é influenciar a rede municipal de ensino e os gestores públicos tendo em vista a promoção da educação e a melhoria da qualidade de vida das comunidades Jussarinha, Filús e Mariana.

As Diretrizes, aprovadas pelo Ministério da Educação em 2012, estabelecem os critérios para a educação básica considerando as especificidades sociais, históricas e culturais das populações quilombolas. Do encontro, poderão participar 250 pessoas entre educadores, gestores públicos municipais, familiares e estudantes dos quilombos.

De acordo com Alexandro Reis, diretor do Departamento de Proteção ao Patrimônio Afro-Brasileiro da FCP, o objetivo é discutir com esses profissionais os seus processos de ensino-aprendizagem e as suas formas de produção e de conhecimento tecnológico, de acordo com a Resolução nº 08/2012/CEB/CNE/MEC.

Filús - Marcado por uma condição rara, o quilombo constituído por 40 famílias traz no DNA o traço do albinismo. Remanescentes negros, porém com pele sem cor e olhos muito claros, estão mais vulneráveis que qualquer pessoa às mais graves doenças de visão e de pele, inclusive o câncer. Por esse motivo e por estar situado em uma área de difícil acesso, a comunidade sofre com preconceitos, falta de acesso a recursos básicos à sobrevivência e pela deficiência no auxílio especializado na área de saúde.

Reis esclarece, que nesse contexto, as consequências são as mais diversas. “Para eles, tudo é mais difícil. Até o atendimento de uma emergência, considerando que o caminho de 10km entre a comunidade e o posto de saúde oferece inúmeros riscos”, diz. “Debatendo essas particularidades e preparando educadores e gestores, será mais fácil chegar a alternativas para o desenvolvimento com qualidade de vida dessas pessoas”, explica.

O diretor ressalta que o esperado com a iniciativa é a seguridade de que as escolas quilombolas ou que atendem estudantes oriundos desses territórios considerem suas práticas socioculturais, políticas e econômicas. “A Palmares quer colaborar para a articulação de uma rede de apoiadores dessas comunidades, para a superação de preconceitos e discriminações étnico-raciais contra os quilombos de Santana do Mundaú e para o fortalecimento institucional e político das suas associações”, completa.

Programação

14h – Abertura

Representantes dos quilombolas, secretário de Educação de Santana de Mundaú, Secretária de Saúde de Santana do Mundaú, Diretor da Fundação Cultural Palmares, Prefeito de Santana de Mundaú

14h30 – Palestra Educação Escolar Quilombola

Palestrantes: Wesley Oliveira – Pedagogo da Universidade de Brasília (UnB) Coordenação: Secretária de Saúde de Santana de Mundaú

18h - Programação Cultural

Apresentação do Grupo Afoxé Arafunfun

Serviço

O que: Seminário Educação Quilombola: compreensão das Diretrizes Curriculares para a Educação Escolar Quilombola

Quando: 12 de dezembro

Horário: 14h – 18h

Local: Escola Municipal Monsenhor Clovis Duarte de Barros, Centro. Santana do Mundaú/AL

fonte: Fundação Palmares


Divulgação nas redes sociais dos nomes dos PARTIDOS e DEPUTADOS contra o PL 4471 e o povo!

Povo da EDUCAFRO e demais solidários:

Vamos colocar em todas as redes sociais o nome dos Partidos e

dos Líderes que são contrários ao PL 4471/2012 - PELO FIM

dos Autos de Resistência!!!

PTB - Jovair Arantes PTB - (61) 3215-5504 - Fax: 3215-2504

E-mail: dep.jovairarantes@camara.gov.br

PP - Eduardo da Fonte PP / PROS - (61) 3215-5628 - Fax: 3215-2628

E-mail: dep.eduardodafonte@camara.gov.br

PR - - Bernardo Santana de Vasconcellos PR - (61) 3215-5854 - Fax: 3215-2854

E-mail: dep.bernardosantanadevasconcellos@camara.gov.br

PSD - -  Beto Albuquerque PSB - (61) 3215-5338 - Fax: 3215-2338

E-mail: dep.betoalbuquerque@camara.gov.br

HOJE! - caso permita a

"bancada da bala"

votação:  10/12/2014 (QUARTA-FEIRA)

Requerimento nº 8.130/13, dos Srs. Líderes, que requer, nos termos do art. 155 do Regimento Interno da Câmara dos Deputados, urgência para apreciação do Projeto de Lei nº 4.471, de 2012, que altera os arts. 161, 162, 164, 165, 169 e 292 do Decreto-Lei nº 3.689, de 3 de outubro de 1941- Código de Processo Penal. (NT 62 e T 64)

 


Defensoria de SP aprova cotas étnico-raciais em concursos!!!

Parabéns pela garra, dedicação e perseverança!
A Defensoria Pública de São Paulo - com nossa participação firme,
adotou cotas para negros/as, a partir do próximo concurso
que será lançado em 60 dias!
Na próxima sexta, às 9 horas, os Conselheiros definirão a percentagem
(se 20% ou 30% ou na mesma proporção da
população negra no ESTADO de São Paulo).
Todos de volta à DEFENSORIA PÚBLICA para a complementação
e solidificação da nossa vitória!

O Conselho Superior da Defensoria Pública de SP decidiu na manhã desta quinta-feira (30/10) pela implantação de cotas étnico-raciais nos concursos públicos de ingresso na carreira de Defensor Público do Estado de SP. O pedido partiu do Núcleo de Combate a Discriminação, Racismo e Preconceito e da Ouvidoria Geral da Defensoria Pública e do Instituto Luiz Gama.

Segundo o último diagnóstico das Defensorias Públicas de todo o país, realizado em 2009 pelo Ministério da Justiça, a porcentagem dos Defensores Públicos que declararam ser negros representa 6,8% do total, enquanto 0,3%, indígenas.defensoria
O Conselho Superior é o órgão deliberativo da instituição, que tem como uma de suas atribuições exercer o poder normativo, no âmbito da Defensoria Pública. A discussão travada nesta quinta-feira deu-se em razão do entendimento de alguns Conselheiros de que não haveria previsão legal para que a Defensoria Pública, por meio de deliberação interna, instituísse a política de cotas. Para eles, seria necessário haver lei instituindo a ação afirmativa nos concursos públicos estaduais.

No entanto, a maioria dos Conselheiros considera que a Defensoria Pública, no exercício de sua autonomia e de seu poder regulamentar, tem competência para instituir a política afirmativa das cotas étnico-raciais, segundo previsão da Constituição Federal e da Lei de Igualdade Racial (Lei nº. 12.288/2010).

Os Defensores levaram em consideração o julgamento da ADPF nº 186 – que contestou as ações afirmativas instituídas na Universidade de Brasília –, ocasião em que o Supremo Tribunal Federal entendeu que as instituições autônomas, como a Defensoria Pública, podem instituir políticas de cotas por atos infralegais, o que dispensa legislação formal.

Os Conselheiros ainda não discutiram o conteúdo da deliberação, que definirá como será implementada a política de cotas aprovada pelo Conselho Superior da Defensoria Pública. As diretrizes que serão adotadas nos próximos concursos serão debatidas nas próximas sessões do Conselho Superior.


EDUCAFRO lutando por cotas para NEGROS na Defensoria Pública - TVT

                  Operadores do Direito EDUCAFRO
(são todos os/as guerreiras/os que doam seu sangue
para conquistar justiça!)

Parabéns pela garra, dedicação e perseverança!
A Defensoria Pública de São Paulo - com nossa participação firme, 
adotou cotas para negros/as, a partir do próximo concurso 
que será lançado em 60 dias!

Na próxima sexta, 7/11, às 9 horas, os Conselheiros definirão a percentagem 
(se 20% ou 30% ou na mesma proporção da 
população negra no ESTADO de São Paulo).

Todos de volta à DEFENSORIA PÚBLICA para a complementação 
e solidificação da nossa vitória!


MINISTÉRIO PÚBLICO PODE ADOTAR COTAS PARA NEGROS

Segundo o promotor da Bahia Fábio George Cruz da Nóbrega existe uma "ampla maioria a favor" desse tipo de política; sistema já é aplicado em concursos públicos do Executivo federal e no ensino público superior

 

 

 O Conselho Nacional do Ministério Público pode instituir no início do próximo ano a adoção de cotas para negros em seus concursos de admissão.

Segundo Fábio George Cruz da Nóbrega, conselheiro e relator de um caso da Bahia, diz que existe uma "ampla maioria a favor" desse tipo de política.

Em junho deste ano foi criada uma lei que garante 20% das vagas de concursos públicos do Executivo federal para pessoas negras. A medida já é aplicada no sistema público de ensino superior.

Leia aqui reportagem de João Carlos Magalhães sobre o assunto.

 




COTAS no Concurso Público(PETROBRAS)

Cotas na Petrobras - Mais uma vitória da família Educafro!!! Acesse agora o link e se inscreva para o sistema de cotas do Concurso da Petrobras. Com a aprovação das cotas no serviço público federal, iremos ocupar os melhores cargos públicos do Brasil!!!